Churrasco

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Domingo passado resolvi fazer um churrasco com a família.

Atualmente, em casa somos só minha esposa e eu.

Fê, o mais velho, já se casou e, obviamente não mora mais conosco,

Ju, a do meio, já está dormindo há mais de um ano com o namorado na casa dos pais dele, e o caçula Rafa mora umas semanas com a gente, outras com uns amigos, outras com a namorada e outras não sabemos.

Reservei a churrasqueira do edifício com antecedência e milagrosamente consegui uma vaga na agenda deles (que deve ser mais cheia que a da presidente).

Eu e minha mulher ficamos eufóricos, pois ultimamente, conseguir reunir a família "inteira" nem no Natal ou no Ano Novo.

Chegando o grande dia, fico apreensivo, pois sempre um telefonema de última hora pode por tudo a perder.

Como o Rafa disse que viria sozinho, me preparei para sete pessoas : eu e a patroa, Fê e sua mulher, Ju com o namorado e o Rafa (comprei um pouco mais para evitar surpresas).  

Seria então como nos velhos tempos, a família reunida para colocar a conversa em dia, matar as saudades, contar piadas, falar mal de quem não está presente, fofocar, relembrar quando eles eram pequenos, enfim, coisas que todas as famílias devem fazer nessas ocasiões.

Às 13:00 em ponto chegam Ju e o namorado com duas amigas que Ju havia conhecido na balada da noite anterior e achou por bem convidá-las (sem me avisar é claro), pois isso lhe pareceu super natural.

Passado o constrangimento inicial por ter duas ilustres desconhecidas num evento familiar, comecei a fazer o churrasco (que sempre foi minha função nessas ocasiões).

Fê chegou mais tarde um pouco e antes mesmo de poder cumprimentá-lo, toca seu celular o que me fez inutilmente tentar beijar minha nora, que já havia chegado falando no celular.

Após conseguir abraçá-los, começa uma seção de ligações recebidas, efetuadas, e-mails lidos e respondidos, postagens e comentários sobre postagens de outros no Twiter, Facebook, etc. e por fim a notícia de que eles haviam convidado mais um casal que chegaria em breve!

15:00 e nada do Rafa.

Com as primeiras carnes saindo, chega o casal convidado do Fê, que achou por bem trazer a mãe dela, que (coitadinha) não tinha aonde ir no domingo!

Bom, chequei as cervejas e se ninguém bebesse muito daria até o fim da tarde.

Nessa altura éramos em 11 (eu e a patroa, Ju, namorado e duas amigas (?), Fê, esposa, casal e mãe avulsa) e, apesar de ter me preparado para um pouco mais do que sete, ainda faltava o Rafa (que tinha avisado que iria se atrasar).

Infelizmente todos bebiam acima do que eu esperava e acabando a cerveja, lá vou eu até a padaria comprar mais... (na padaria a lata é quase o dobro do supermercado que já havia fechado).

Na volta minha mulher apavorada me avisa que a carne já estava no fim, e que quando o Rafa chegasse, iria faltar.

Nem bem entrei, dei meia volta e lá fui eu de novo a procura de picanha em pleno domingo às quatro e meia da tarde... (claro que rodei o bairro inteiro a procura de um lugar aberto que vendesse picanha e, só encontrei em uma loja de conveniência de um posto de gasolina, onde o preço, obviamente, estava triplicado).

16:45 o Rafa liga avisando que não vem mais!

Nessa altura meus planos de um evento familiar já tinham ido pro espaço, não consegui conversar coisas "de pai" com os filhos, quase não comi nem bebi, pois fiquei na churrasqueira o tempo todo (exceção às saídas para repor suprimentos), gastei bem mais do que esperava, enfim, para mim foi um total desastre!

Minha esposa, espertamente, alegando dor de cabeça subiu para nosso apartamento me deixando só com as feras!

20:30 me despeço do último convidado e já começando a limpar tudo, o Rafa liga avisando que resolveu vir e "já estava chegando"!

Com dois amigos obviamente...

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Esta crônica foi escrita por Sergio Bondar. 0ut 2011

  ( colaborador e amigo )

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sexta 11 novembro 2011 08:43 , em Crônica


A velhinha do parque !

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Sábado de manhã, como todos os sábados, aproveito para fugir da preguiça e do sedentarismo gerado em meu escritório, “correndo”, ou melhor, andando em passos rápidos no Parque da Água Branca, localizado perto de minha residência.

E assim tem sido por um bom tempo, até que sábado passado essa conduta esportiva tornou-se inesquecível para mim.

Vou contar por quê!

Estava eu a correr, como sempre faço e sem perder o hábito de prestar atenção nas ações humanas, ricas em detalhes por sinal.

Assim foi quando deparei com uma senhora bem velhinha, cerca de uns 80 anos, bem arrumadinha, muito bem agasalhada, com batonzinho vermelho, cabelos bem branquinhos, magrinha e com algumas joias.

Enfim, expondo sua vontade de viver e de ser notada. Agora vem o detalhe do fato:

A senhorinha carregava um celular rosa com os dois fones grudados nos ouvidos, que lhe dava compassos musicais a seus passos, até que bem rápidos e um semblante de pura satisfação por estar ali, naquela manhã cheia de sol.

O mais interessante é que toda vez que cruzava comigo na trilha, ela sorria e me cumprimentava abaixando a cabeça e esboçando um sorriso simpático como se dissesse:

Viu só como consigo?

E lá ia para mais uma “vitoriosa” volta.

E tudo ia bem até que em uma das voltas, ao passar por mim, a coitada tropeça e cai de joelhos no chão batido do parque.

Claro que vou rapidamente acudi-la e ela me fala: - Está tudo bem, senhor!

 

Só me ajude a pegar o celular. Tenho uma vida inteira nele!

Quando vou pegar o tal aparelho, vejo que, como todos os celulares que quando caem se desintegram, desta vez não foi diferente!

Era celular de um lado, bateria do outro, tudo como manda o figurino.

Não falei ainda, mas o parque da Água Branca tem várias espécies de aves soltas e muitas galinhas de angola compartilhando o espaço dos adeptos da caminhada.

Foi nesse quadro que comecei a pegar os restos do celular daquela simpática senhora.

- Calma, querida, já monto o celular e tudo vai ficar bem novamente!

Quando pego a caixa e a bateria para remontá-lo, minha amiga de corrida grita: - Senhor, olha lá! Aquela galinha pegou o meu chip! Por favor, vá atrás dela!

Não posso perdê-lo! E, realmente, lá estava a galinha de angola com o chip da minha colega de parque no bico. Adivinhem?

Ponho-me a correr atrás da galinha para pegar o danado do chip. Só que apareceram umas cinco da mesma espécie, todas elas iguaizinhas e talvez “informatizadas”.

Daí complicou! Pois a ladrona entrou em um cercadinho junto com as outras.

Fui até lá e nada!

Em dado momento pensei que estivessem brincando de revezamento, pois juro que vi o chip com outra ave, mas enfim o chip sumiu!

Desanimado, volto e começo a montar o celular da senhorinha. Ela me agradece e vou seguindo meu caminho.

A dona do chip continuou lá tentando encontrar a angola informatizada.

Ah... sim!

Ainda voltei para despedir-me dela e desculpar-me pelo fracasso de não ter recuperado seu importante chip, mas não encontrei mais com a senhorinha.

Pensei até em pedir a um dos responsáveis pela limpeza do parque que me avisasse, caso encontrasse uma galinha cinza de bolinhas brancas com um chip no bico.

Aí olhei para o faxineiro e desisti da ideia.

Não ia dar certo!

O duro é que nem peguei o e-mail da galinha. Apenas imaginei como poderia ser:

galinha.angola@aguabranca.br

Ou melhor :

galinha.angola@aguabranca.gov.br

(Afinal ela pertence a um órgão público!)

segunda 08 agosto 2011 22:30 , em Crônica


Procurei minha mãe no Google !

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Três horas da manhã...

Acordo, e ainda sonado vou até a cozinha tomar um refrigerante e deito-me no sofá da sala acompanhado pela minha amiga madrugada.

É..., penso eu, Dia das Mães... Dia das Mães ... Mas onde está minha mãe ?

E um clima de saudade vem me envolvendo, fico tenso, imagino até que possa ser hoje o dia de um encontro espiritual nunca conseguido.

E foi assim que comecei a recordar a minha cidadezinha, minha modesta casa do interior, meus amigos, meus pais e logicamente, no dia de hoje, minha mãe !

Como era boa minha vida naquele tempo, melhor momento de minha vida.. Sem problemas, sem cobranças, sem culpas, a vida era sorrir muito, ir ao colégio, sair ao léu, namorar, etc... Mas hoje eu quero recordar da minha progenitora

. Fecho os olhos e imediatamente enxergo os raios do sol entrando pela janela iluminando seu rosto branquinho, gordinho, com olhar prazeroso a cortar o pimentão, a cebola, o alho, balançando o escorredor de macarrão, acompanhado pelo balanço de seu corpo, feliz por estar preparando o almoço que invariavelmente ao meio dia acontecia.

Ela era coleteira, trabalhava na própria residência e suas tardes eram vividas em frente a uma máquina de costura, que ainda não era elétrica e trabalhava com pedal onde com seus pequenos pés sincronizava os movimentos bem rápidos para manter a rotação necessária. Lembrei dos dias de chuva, barulho dos pingos fortes a despencarem pela calha do quintal, cheiro de chão úmido, e uma voz a cantar alto e afinada enquanto costurava para seus clientes.

Entre tudo isto, o preparo de minha mochila e meu lanche era sagrado, com direito a suco e até repetição.

Ouço claramente sua voz interiorana me chamando de Mir (diminutivo de Ademir), alertando que o almoço já estava pronto e eu não poderia perder hora no colégio.

Religiosa, mantinha uma fé imensa em Nossa Senhora de Aparecida e não faltava às missas de final de semana. Deixou-nos cedo, muito cedo, aos 51 anos de uma hora para outra, deixando meu pai desorientado pelo resto de sua vida e quase não teve tempo de curtir e embalar sorridente o berço do único neto até aquele momento.

Recordo-me também que algumas semanas após sua passagem para outra dimensão, tentei por várias noites um contato qualquer que me desse talvez um alento para esta difícil perda. Ainda, tempo depois, tentei evocar pensamentos, vamos dizer “esotéricos”, mas para isso acho que preciso ser menos cético e me parece que muita saudade não é suficiente para tanto ...

Hoje mais uma vez não consegui um encontro mais efetivo do que saudade, pensamento e lembranças.

Dei até um lacônico sorriso, quando pensei nas coisas que consegui com alternativas que construo diante de um problema.

E veio- me uma idéia de lançar mão de uma última e derradeira alternativa : Procurar minha mãe através do Deus da Informática o GOOGLE ! Por que não ?

Porque não tentar encontrar minha mãe no Google. Acham tudo lá ! .

E levantei-me do sofá, caminhei até o micro, abri o Google, respirei fundo e digitei o nome inteiro de minha mãe !

Micro meio lento, demorou um pouco e de repente uma assustadora resposta :* ( * Que eu conto outro dia... )

 

by Teles

domingo 06 fevereiro 2011 10:36


Música por favor !

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Cheguei em casa um pouco mais cedo que de costume.

Então, em ação contínua, abri a porta do apartamento, abri os botões da camisa, abri os cadarços dos sapatos, abri a geladeira, abri uma latinha de cerveja e... lembrei do maldito regime.

E agora? Jogo ou bebo?

Uma decisão difícil, tipo a escolha de Sofia. E agora? Preciso respirar fundo e tentar decidir. Fiquei nervoso e logo me lembrei das cenas de novela. Numa situação de tensão, o galã não deixa por menos:

-Preciso de uma boa dose de whisky, afinal eu mereço!

Conclusão: tomei o 12 anos e a cerveja.

Ufa duas vezes e elevado à quinta potência!

Agora sim...

Bem mais calmo, sento no sofá e olho para a TV por uns 10 minutos. Impressionante, não tinha nada de bom, nem de ruim ...

Então resolvi ligá-la.

Aí toca o telefone. Mas, caramba!

Onde está este telefone?

Enquanto ele toca, eu procuro. Há.. peguei-o!

Embaixo do travesseiro. Nunca mais faça isso hein ? Mas quando vou atender a lei de Murfy silencia o telefone. Lógico ....lógico ... por que a indignação? ...afinal é o amigo Murfy.

Celular ! celular ! agora é o celular , que está dentro da minha pasta.

Abro a pasta rapidamente e finalmente, atendo: Alô? Como? Não entendi...

Ah... sim ... Queridíssimo amigo, eu já assino a Folha de São Paulo há muito tempo!

Não preciso desta promoção. Você não entendeu:

Eu JÁ sou Assinante deste periódico .... meu querido!

Não, não conheço ninguém, e quer saber de uma coisa? Um abraço!Vai perturbar sua queridíssima mãe, está bom? Mais uma dose de whisky.

Ah não ... vou descansar, vou dar uma cochilada enquanto não tem ninguém em casa.

Alguns minutos depois, acordo assustado.

Novamente o interfone... Caramba... o que será agora? Estava dormindo e sonhando.

Não é possível!

Pois não, Edmilson, qual o problema?

-Não é nada não. Apenas o vizinho que está reclamando do barulho que sua rede faz.

Ok Edmilson vou lubrificá-la. A propósito: sangue lubrifica?

Bem, vou deitar na cama, pelo menos ela não faz ruído nas orelhinhas sensíveis de meu amado vizinho.

Acordo assustado. Interfone... Caramba... o que será agora? Estava dormindo e sonhando.

Não é possível!

Pois não, Edmilson, qual o problema?

(usei o copiar/colar, afinal ninguém é de ferro)

Não é nada não, senhor, apenas quero avisar que a Veja chegou! Não acredito, Edmilson, a Veja chegou? Maravilha!!!

Maestro música por favor ! Eu mereço !

 

Texto : A.Teles

sexta 28 janeiro 2011 22:36


Voar ? Nem pensar !

Blog de clickemotion :Click  Emotion, Voar ? Nem pensar !

Apesar de as estatísticas mostrarem que o avião é um meio de transporte confiável e seguro, muitas pessoas têm medo de voar.

É normal.

Afinal, o ser humano não nasceu para voar e, portanto, sente-se muito mais confortável com os pés no chão.

Uma das coisas que mais provocam medo ao voar é a ignorância

. O sujeito entra dentro do avião e não tem nem ideia do porquê de aquela máquina mais pesada que o ar levantar voo.

Não é o caso aqui de estudar Santos Dumont ou irmãos Wright, mas sim de conhecer algumas coisas básicas sobre o voo. Por que o avião voa

- O princípio básico do voo é o mesmo que faz uma bexiga cheia de ar sair voando se você estiver segurando sua boca com os dedos e soltar imediatamente: muita força para pouco peso.

Mas o avião é pesado, toneladas e toneladas.

Sim, mas a potência dos motores é tão forte que o empuxo acaba tornando-o leve. Hélice ou jato - Os aviões com hélice voam tão bem quanto os jatos, entretanto podem ser mais barulhentos e são bem mais lentos. Número de motores

- Normalmente as pessoas se sentem mais seguras em aviões com quatro ou três motores do que dois ou um.

Na aviação, entretanto, existe uma máxima: quanto mais motores você tiver, maiores serão as possibilidades de pane.

Portanto, não se incomode com o número de motores. Normalmente os voos domésticos e a maioria dos internacionais são feitos com dois motores. Saiba que todo avião é capaz de voar com apenas um motor e fique mais tranquilo.

Clima

- Dê preferência para voar no inverno, pois é nessa estação que os aviões balançam menos.

No verão, o choque de massas de ar frio com massas de ar quente é mais frequente e forma nuvens escuras, com muita chuva ou raios.

Para sua tranquilidade, saiba que os aviões têm radares meteorológicos e desviam das nuvens mais densas, aquelas que contêm granizo e podem comprometer a segurança do voo.

Uma dica para os voos do verão é viajar de manhã, no máximo até as 15 horas, ou à noite, pois as tempestades são mais frequentes no final da tarde.

Onde sentar

- É bobagem sentar no fundão do avião porque "as chances de sobreviver a um acidente são maiores".

Ora, se é para entrar na aeronave com esse sentimento, nem viaje. A parte de trás só tem desvantagens: é a que mais balança, tem o ar menos puro, está próxima dos toiletes e faz mais barulho por estar atrás ou próxima dos motores.

O ideal é sentar na frente, numa das primeiras fileiras. Veja: se atrás fosse bom, a primeira classe seria lá.

Janela ou corredor - Prefira a janela, pois você poderá ver o que acontece do lado de fora, acompanhar as paisagens.

Isso pode lhe distrair e reduzir o medo. Pior do que ver as coisas lá de cima é estar num local fechado, apertado e sem saber por que balança tanto.

Além disso, as próprias nuvens servem de referência para que você não se sinta tão nas alturas. Sobre as asas

- Uma forma de curtir o voo e ter menos medo é sentar ao lado ou logo atrás das asas.

 

Assim, você poderá "assistir" às manobras do avião quando decola, quando faz curvas, quando está se aproximando do aeroporto e quando pousa.

Palavras cruzadas

- Livro ou revista podem não ser suficientes para quem prefere se distrair e desligar do voo. Por isso, eu sugiro palavras cruzadas, uma lição escolar ou mesmo um

trabalho, pois sua mente ficará realmente ocupada e se desligará do voo. Barulhos ou ruídos

- O avião em movimento emite diferentes sons, que podem assustar quem tem medo. Por isso, uma dica é saber o que significa cada barulho ou ruído.

Logo após a decolagem, o barulho mais forte é o do recolhimento do trem de pouso

. Alguns minutos de subida e o barulho modifica-se para uma rotação mais suave. Calma, o motor continua funcionando, mas com menos potência.

Da mesma forma, os flaps são recolhidos para dentro das asas.

Quando atinge nível de cruzeiro, é comum a rotação do motor reduzir ou aumentar. Significa que os pilotos estão fazendo o seu trabalho.

Quando o avião inicia a descida, o ruído do motor se reduz bastante, ele vai praticamente em "marcha lenta", se isso existisse na aviação.

Ao se aproximar do chão, um barulho forte vai surgir -- desta vez, são os flaps sendo acionados para dar hipersustentação ao avião.

Finalmente, um dos últimos ruídos bem altos é o do trem de pouso sendo baixado e travado.

Espero que essas dicas sejam úteis para você ou para algum conhecido.

Também sugiro a leitura de revistas de aviação, para que você fique mais familiarizado com todas as fases do voo, com a meteorologia e até mesmo com a navegação aérea.

Além disso, saberá que avião não tem bico, mas sim nariz, e que não tem rabo, mas sim cauda.

Também pode acompanhar até mesmo a idade de todas as aeronaves comerciais brasileiras.

Para finalizar, tenha certeza de que o comandante e o co-piloto aprenderam como lição número 1 na escola de aviação que a parte mais importante do voo é o pouso.

sexta 28 janeiro 2011 22:10


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