Home Data de criação : 09/03/01 Última atualização : 10/02/09 00:05 / 69 Artigos publicados
 

As três perguntas !  (Crônica) escrito em terça 09 fevereiro 2010 00:05

 

 

Pergunta 1:

 

O que seria viável para uma gestão eco-disciplinável ?

Resposta:

Tudo que seja pertinente ao assunto. Por exemplo :

A responsabilidade social ainda  é a forma de gestão que mais define como gestão de uma ética disciplinável  e participativa o que leva ao desenvolvimento sustentável das partes pluralistas que como um sonho pragmático obedece as bases globalizadas e pertinentes de nossos dias.


 

Pergunta 2 :

Tem um plano para o seu governo dar uma arrancada no processo eco-ambiental ?

Resposta :

Sim apesar do impacto biopreservável sócio interativo o nosso governo sempre observa o sistema como uma hipótese empírica assentando uma intuitiva razão que em forma de uma dialética transitiva dará força para concretizar o fator endo-oligopolista de nossa gestão !


 

Pergunta 3 :

O que está melhorando no processo de salvaguardar nosso planeta ?

Resposta :

Estamos ainda sem mobilização total na corrida da salvação global saturada. Porém, no nosso governo já tomamos algumas idéias táticas, como dar prioridade às ações de implantar o que denominei ciclo geopreservável que consolida ainda mais a importância no setor de energia limpa e dos prédios verdes que junto ao processo agrodegradável qualificará nossa árdua luta geoclimática.


 

Encerrando :

De qualquer forma, o meu propósito a respeito deste assunto, além da ironia descritiva é dizer que muitas pessoas (palestrantes, políticos, formadores de opinião, pessoas que não têm condições de se defender, lançam mão deste artifício, de falar difícil para ludibriar (enganar) os leigos, que ainda batem palmas para esses caras-de-pau de nosso tempo ! Temos que tomar cuidado com pessoas deste tipo. Não podemos bater palmas para esses verdadeiros “ caras-d- pau” sem escrúpulos que devem sorrir muito com a ignorância dos menos favorecidos .

Óleo de peroba neles !

 

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O senhor é o próximo ?  (Crônica) escrito em terça 26 janeiro 2010 02:58

Hoje em dia, com este famigerado estresse em alta, vejo muitas pessoas reclamarem de tudo e de todos.

Faço isso também, mas sinceramente, tento evitar. Mas, sabe como é...

Uma noite mal dormida, uma expectativa exagerada por algo muito importante, uma dor de cabeça que não vai nem fica, e acabo despertando com o vírus do, como dizem no interior, “rabugento“!

Para quem não sabe rabugento é o nome dado às pessoas que reclamam todo momento!

Até rimou!

E foi assim que acordei um dia destes.

Vou tomar banho ouvindo a Jovem Pan falando do caso do dinheiro na meia

do Sr. (Sr ?) ......... Pelo amor de Deus ...

Fico irritado.

Porém, o que fazer com o homem da meia ?

E, infelizmente, para nós brasileiros, o que fazer com todos do senado.

Vou escovar os dentes e a " tampa da bisnaga da pasta " cai .

No  chão.

E corre.

E com certeza corre de mim, pois some sem deixar vestígios.

Vou arrumar a gravata.

Fica comprida, fica curta demais, fica estranha, não combina com minha camisa.

Que se dane!

Vou assim mesmo!

Bem, pego o carro... Estou atrasado para a reunião.

Gozado: esperar cinco minutos o banco abrir parece uma eternidade, porém,

quando se está atrasado, uma hora parece trinta minutos.

Lá vou eu, por dois quarteirões tranquilos, viro à direita, farol abre, que beleza.

De repente, tenho que parar.

Oh, não!

Caminhão do lixo...

Ando mais alguns quarteirões e farol quebrado...

E nem precisa falar que,

onde tem guarda de trânsito...

E assim vai, até que chego muito agitado ao local dareunião:

Avenida Paulista.

Até que enfim !

E entro no estacionamento.

 - O senhor vai estacionar?

“Não!  Vou contar quantos carros tem aqui e sair.” (Penso!)

- Vai demorar?

A resposta é a que ele espera e por sinal muito objetiva : “espero que não!

Entro no prédio, vou até o elevador, entro rápido, quando uma senhora chega perguntando: vai subir?

Penso de novo: “Não! A senhora não sabe?    Este elevador anda de lado!”

Subo e falo ao ascensorista para apertar o quarto andar.

O elevador passa pelo 2º, 3º e finalmente para no meu andar.

- O senhor vai descer no quarto?

(Não, pedi para apertar o quarto só de brincadeirinha. Eu vou ao nono.)

Desço, chego para atendente, explico que já estou atrasado para uma reunião.

- O senhor aguarda ali na sala de espera, que “vou estar anunciando”  (sic)  sua presença.

Depois de dezenove minutos, quatro segundos e dois décimos de segundo, uma moça muito educada me pergunta:

- O senhor é o próximo?

Olhei para trás para ver se tinha mais alguém na sala, mas como era o único, arrisquei:

- Acho que sou o próximo, a não ser que alguém invisível queira passar na minha frente...

Ok!  Entro, espero mais uns minutos e acontece a reunião!

Pego o elevador, saio e vejo que uma pequena tempestade me obriga ficar ao lado da recepcionista, aguardando a chuva passar.

De repente, não aguento, despeço-me da menina e resolvo ir até o estacionamento.

- O senhor vai pegar esta chuva?

Não... De jeito nenhum, vou esperar a próxima!”    Sempre penso...

A última já era esperada: - O senhor vai pegar o carro?

Bem, foi uma parte do dia... Só uma parte do dia !

A outra fica para a próxima.

Porém, permita-me uma pergunta também:

- Você leu esta crônica?

 

Texto : Ademir Teles

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Os palhaços somos nós !  escrito em quinta 14 janeiro 2010 11:20

Protesto !

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A fantástica viagem da tia ´ Anig ´ (solicitação de repeteco)  (Crônica) escrito em sábado 29 agosto 2009 22:22

 Outro dia fui a Plutão dar uma passeadinha.

Ir a Plutão, inclusive, segundo meus ancestrais, significa para os

dias de hoje a mesma coisa que ir à Europa na década de 50/60/70, ou seja:

chiquérrimo !

E eu tenho uma amiga, gente boa, plutônica bonita e diferente que tive a satisfação de conhecer na última vez que fui a esse povoado planeta, e que inclusive até  me hospeda lá.

Seu nome é ´Anig ´.

Notem que se fosse na Terra o nome dela provavelmete seria

´Gina ´.

Mas lá é assim !

Continuando :

Ela tem uma agência de viagens, igual a uma agência terrestre, que conta até com pacotes turísticos para a Terra, com muito sucesso! São os famosos pacotes “Vá a Terra você também”, que na língua deles se escreve “ Og ot htrae uoy oot “.

Em um dos pacotes, o mais caro por sinal, você viaja em um fantástico ônibus espacial, onde a saída e a chegada são normais, porém durante a viagem é usada a Mental Transmission que faz a viagem de 100 dias durar apenas  10, 20 ou 30 minutos , dependendo do custo da passagem.

E o pacote é muito bom !

Vejam vocês que maravilha, pois  acontece até uma parada

romântica , para uma eletrizante passagem por entre os famosos campos magnéticos dos anéis de Saturno, visão deslumbrante, uma das sete maravilhas da ´constelação´.

Lógico, que além de Europa, a América Latina também faz parte do passeio, e como não poderia deixar de ser, o nosso Brasil é parada obrigatória.

Um dos passeios que os Plutônicos mais gostam é o bar do Léo em São Paulo, que fica na Rua Aurora, onde eles tomam uma bebida que só tem na Terra e faz muito sucesso entre eles, o nosso conhecido Chopp.

Não falta uma noite “cult” em Brasília, que diverte muito os Plutônicos, onde se encontra um dos mais importantes teatros de comédia mundial!

O Antigo Teatro Senado, que quase foi destruído em 2010 !

Eles adoram ir a esse templo, conhecido como o Templo da Palhaçada Mundial, onde até hoje se vende a melhor Pizza do hemisfério...

Lógico que não poderiam faltar as tardes livres para compras nos famosos shoppings brasileiros, assim como conhecer as Ruas 25 de março, Direita, José Paulino, estas nas excursões mais baratas, pois em Plutão embora não tenha a classe baixa, tem a média !

Essa minha amiga plutônica me conta também que faz muito sucesso um roteiro bem terráqueo, que se chama “Onde estava”.

Sim, lá também tem disso. Tem quem goste de ver onde estava.

São passeios tipo: “Aqui é onde estavam as Torres Gêmeas, a Torre Eiffel, a antiga Casa Branca, o vulcão Vesúvio, o Mappin (os plutônicos mais cultos sabem o que foi o Mappin), a estátua da Liberdade em New York, a Rede Globo”, ou seja: pagam para não ver nada...

Outro emblemático roteiro e cheio de adrenalina é o nem mais nem menos famoso “Aqui nasceu ou Aqui morreu”.

Exemplos : aqui morreu Hitler, aqui nasceu um tal de Bill Gates, aqui morreu Michael Jackson, aqui morreu Bin Laden, (que quase destruiu a Terra em 2016), aqui morreu Lula (nem te conto o que ele fez...), aqui morreu Obama (idem) , Woody Allen, e assim por diante...

Os plutônicos vêm muito aqui na Terra, mas ficam pouco, embora se deem bem com os terráqueos, não fixam residência aqui, pois são muito honestos e sérios...

Até, ou como dizem em Plutão `Ahet `. Hah...Um abraço mental para minha amiga Anig !

Texto : Teles

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Caramba negão , o que mais posso fazer por você ?  (Crônica) escrito em sábado 09 janeiro 2010 13:19

Nada como algum momento a sós para repararmos nossos pensamentos, indexarmos nossas prioridades, balancearmos nossas alegrias,nossos conflitos , mergulharmos adentro e darmos de frente com nosso medos ao longo dos nossos dias vividos.

E foi num desses momentos, que entrei em meu quarto, apaguei as luzes, sem nenhum barulho a me incomodar, comecei a fazer uma limpeza nos meus estresses, medos, sentimentos e tudo mais.

Comecei a me imaginar nascendo, o primeiro choro, após o primeiro tapa dado pelo médico, a infância simples e pura, da saudade daquela chuva da tarde no interior, dos barquinhos de papel a escorregar graciosamente pela correnteza, dos pés descalços, sem camisa, olhar inocente, pronto para o que der e vier.

Isso sem contar as pipas, os carrinhos de madeira, o bilboquê, o patinete, e por aí vai...

Chego então na adolescência que passou rápido, onde entramos no terrível período do conhecimento, do primeiro emprego, da primeira namorada, o sentimento de herói, um pouco dono de um mundo que parece ser só seu e o das possíveis desventuras..

Finalmente entramos amargamente nas contas dos “enta”, quarenta, cinqüenta, sessenta, e é aí que nos defrontamos com a mais temerosa pergunta: até quando?

Já contava Wood Allen, que em uma festa, um amigo perguntou se estava contente de estar naquele evento e ele respondeu prontamente: - Com certeza!

Porém com a minha idade estou contente de estar em qualquer lugar...O importante é estar...

E assim continuo meu auto conhecimento, mas interessante mesmo é que não vieram lembranças tão ruins, embora tivesse passado por intempéries de todo o tamanho, as coisas boas resistiram em meus pensamentos.

Lembrei-me então de coisas pequenas, mas que me fizeram sorrir, e de certa forma criaram pointers em minha existência:

Como exemplo, um porteiro de meu prédio em dado momento da vida chamado Adelino, que um dia me cumprimentou ao chegar do trabalho: - Utentasso seu Ademí. ( Eu não entendi direito, mas ele repetiu: - Utentasso seu Ademí.

Eu prontamente respondi: - Utentasso.

E subi ao meu apartamento me perguntando: será que o Adelino apreendeu a falar  alemão? Mais tarde fui comprar pão e não agüentei: - Adelino, você falou em que língua (idioma...) quando adentrei no prédio, quando disse Utentasso ?

E ele respondeu: - Não seu Demi, eu falei Utentasso, a lutcha de hoje.

 Ah! Agora sim, Adelino!

Hoje tem Taison, a luta de Boxe que tem  hoje pelo título mundial ...

Lembrei-me também da ex-secretária de meu pequeno escritório, que tirou uma cópia de um documento e virou toda contente, tentando mostrar eficiência e falou : - Olha que legal, a cópia saiu igualzinha!...

Essa mesma secretária não conseguia fazer certa porcentagem em uma máquina de calcular, e falei para ela dar uma limpada e começar tudo de novo. Ela pegou a blusa e limpou o mostrador da máquina!!!

E aquele mendigo que gritou nervoso para seu largado cachorro que errou o caminho ao atravessar a rua no centro de São Paulo:

- Você sabe que não é por aí, quantas vezes tenho que repetir isso?!

E ainda completou: - Caramba, negão, o que mais posso fazer por você?

O cachorro parou , olhou para Ele e continuou seu caminho ...

E do  segurança em frente de uma grande empresa em São Paulo que em dúvida perguntei : - Por favor, aqui é zona azul?

E recebi como resposta: - Desculpe senhor, mas não tenho permissão para informar.

E lembrei do meu filho que estava esperando ônibus na Consolação quando um cego que estava ao seu lado , perguntou : Por favor que ônibus vem vindo ? Ele olhou para o ônibus e ficou sem saber o que falar ao mendigo, mas não teve jeito : É o Boa Vista.

O cego falou : que coincidência hein , mas obrigado ...

E teve mais algumas pílulas de humor rememoradas naquele momento de reflexão, que efetivamente passei !

Mas fica uma pergunta a todos que leram esta minha coluna:

Nessa minha viagem interior, por que houve uma total predominância de fatos leves e até cômicos que suplantaram coisas sérias e complexas passadas?

De minha parte, penso que nosso inconsciente também cansa da perversidade diária de nosso

ccminho e dá uma aliviada.

Seria como uma ordem comandada pela nossa mente, para darmos uma tangenciada para o sei lá o que, como talvez ,  deixe vida correr pois no fim tudo dá certo...

Penso que fosse comco a nossa mente desse uma dura no nosso subconsciente igualmente como o mendigo deu em seu cachorro:

 Caramba, Negão, o que mais posso fazer por você?

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